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Nos discos de Filho da Mãe (Rui Carvalho) encontram-se histórias seguras e bem-definidas com realizações claras dos caminhos que resolve percorrer. O modo como afirma a sua guitarra e a linguagem que pratica, nasce, contudo, de uma estranheza com os locais onde decide gravar. Foi assim desde o começo, com “Palácio” (2011), disco gravado em casa do amigo e companheiro nos If Lucy Fell, Makoto Yagyu; depois em “Cabeça” (2013), entre Montemor-o-Novo e o Gerês; ou quando foi para Amares resolver as ideias para “Mergulho” (2016) no Mosteiro de Santo André de Rendufe. O seu último disco, “Água-Má” (2018) segue essa tradição: entre Lisboa e as ilhas madeirenses, onde esteve durante uma semana em residência. Um título que é sinónimo de alforreca – os tentáculos do ser marinho talvez sirvam de analogia para o dedilhar na guitarra de Filho da Mãe, ou a transparência da criatura como uma referência aos jeitos límpidos e lúcidos das composições que aqui apresenta.
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