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Aos 47 anos, Common já venceu Óscares, Globos de Ouro, Emmys e Grammys. Mas os prémios não parecem ser o mais importante na carreira de Lonnie Rashid Lynn, Jr, o nome de baptismo do músico, actor e activista. Os últimos anos da sua carreira passaram-se muito em rodagens de filmes – só neste ano estreiam-se dois. Mas 2019 está a ser um ano importante para Common em vários aspectos: editou o seu livro de memórias, “Let Love Have the Last Word” – um livro de coragem a revelar aspectos dramáticos da sua infância –, e também o regresso aos discos com “Let Love”, o 12º de uma carreira na qual tem-se notabilizado como um músico de causas, a cruzar a arte e o activismo, a fazer o chamado rap consciente, dedicado a causas sociais, como a justiça, a saúde mental, a educação ou o sistema prisional. O primeiro disco de Common foi editado em 1992, mas só em 2000 conheceu o sabor do verdadeiro sucesso com “Like Water for Chocolate”, produzido por nomes como Questlove, J Dilla ou D’Angelo. Em 2005 editou “Be”, álbum que contou com a produção de Kanye West.
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