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A precariedade da habitação tem vários rostos. O de Júlia é um deles. À morte dos pais seguiu-se o despejo da casa onde morou meio século – a renda não chegava aos 30 euros, mas o teto estava a cair-lhe em cima. Lutou seis anos em tribunal para evitar a expulsão. Perdeu este ano, antes de chegar a sua vez de ter direito a alojamento camarário. “Não é por falta de luta”, de espera e insistência que o direito à habitação condigna lhe falta. É por causa de quê?


Aitor Varea Oro: Arquiteto, coordenador do programa Habitar Porto.
Júlia Gomes: Ex-funcionária pública, desalojada de Vila Nova de Gaia.
Rita Silva: Técnica de Desenvolvimento Comunitário, membro do Bloco de Esquerda e do Habita – Colectivo pelo Direito à Habitação e à Cidade.

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Direito à habitação: o povo ainda pode morar nas cidades?